quinta-feira, 13 de agosto de 2015

13 de agosto é o "DIA DO JEQUIBAU" - VAMOS COMEMORAR!!!!

O Jequibau está vivíssimo!!! Esta maravilha  foi criada pelos nossos queridos compositores e maestros Mário Albanese e Cyro Perreira e foi lançado oficialmente no dia 13 de agosto de 1965. Vem aí um evento com projeção mundial causando uma grande expectativa: "Gamboa, No Balanço do Jequibau" com nossos mestres Mário Albanese e Robson Miguel. Este evento contará com a participação de grandes artistas brasileiros e será produzido um Blu Ray que terá lançamento mundial.

O que é jequibau?
Avião ou estrela cadente?
Terra, pífano, galo, gaiola ou um parque sem gente?
Água de beber, bicho de morder ou pio de pinto sem pena?
Flor de açucena?
Um rochedo, floresta ou tronco de ipê?
Nome de gato, gata ou topada no meio da escuridão?

Sol ou apelido oculto do cangaceiro lampião?
Não sei; não sabes, não?
Pois, pois.
Nome de menino ou canção de ninar?
Talvez um anjo torto perdido no oco do céu.
Ou um quadro de Dalí.
Ou um vaso da China, um verso sem rima.
Talvez...
O que é jequibau?
Um romance inacabado ou um disco quebrado?
O apelido da lua cheia ou o coaxar de um sapo de olho no brejo.
Um vulcão ativo, quem sabe?
Um grito de guerra, um psiu acanhado.
Uma baleia presa num arpão.
Um operário escravo do patrão.
Ou um tigre findo num alçapão?
Um boi, um bode, um bonde, um bumbo.
Ou o boto de sinhá!
Não sabes?
Eu sei o nome de quem o inventou: Mário Albanese, um paulistano da safra 31.
Eu o conheci no século passado, há mais de duas décadas.
Não sei se na Pensão Jundiaí da Mariazinha.
Virou amigo, desses que a gente ganha e não quer perder.
Mário estava ontem na pensão da Mariazinha, tocando teclado, tocando jequibau.
Jequibau é um estilo musical criado por Mário e Ciro Pereira.
Certa vez, num folheto, escreveu o poeta popular Téo Macedo, em sextilhas:


Jequibau é jequibau
Diferente marcação
Cinco tempos por inteiro
Contrariando a tradição
Um compasso brasileiro
Nova forma de expressão

Jequibau é jequibau
A palavra é singular
Não existe em dicionário
Não adianta procurar
E depois de tantos fatos
É hora de registrar...


No ritmo jequibau gravaram Hermeto Pascoal, Jair Rodrigues, Altemar Dutra e Moacir Franco, entre centenas de outros artistas brasileiros. No campo internacional, destaque das gravações para Andy Willians, Charlie Byrd, Sadao Watanabe e Rita Reys.
Mário Albanese, nunca é demais dizer: é uma glória nossa absolutamente necessária de se rever, de se redescobrir e aplaudir.
Flores em vida.


PS - Na foto aparecem Mário, Andrea Lago o autor destas linhas inventando de cantar. 






domingo, 9 de agosto de 2015

Agosto, Mês do Folclore e da Sabedoria Popular. A Certidão de Nascimento do Jequibau

Agosto, Mês do Folclore e da Sabedoria Popular. A Certidão de Nascimento do Jequibau
O Jequibau foi lançado oficialmente aos 13 dias de Agosto de 1965 em São Paulo, na sede de Discos Chantecler, Divisão Industrial de Cássio Muniz S/A, Rua Aurora 1011, em São Paulo, SP, Brasil.
O registro em disco no formato de CS - Compacto Simples, C-33-6119 JEQUIBAU, Mário Albanese ao piano e Orquestra Chantecler com a regência de Ciro Pereira. Jequibau e Esperando o Sol, obras de Mário Albanese e Ciro Pereira em ritmo de cinco tempos por compasso (5/4) que os autores chamaram de Jequibau, um neologismo.
A amplitude do local permitiu o comparecimento de jornalistas, críticos, instrumentistas, cantores, personalidades do meio artístico e de atividades afins, vindos de outros estados e também do exterior, um contingente estimado em mil pessoas consoante registros de jornais e revistas que cobriram o evento para saudar o novo ritmo.
O LP - Long Playing Jequibau, foi uma consequência inevitável. Lançado simultaneamente em (23) vinte e três países, o LP foi amparado pela edição simultânea nos EUA de um álbum com dez (10) músicas impressas e arranjadas para piano, Jequibau -The Exciting New Rhythm From Brazil. Todas as peças foram antecedidas por um Rhythm Digest, uma síntese dos cinco desenhos de ritmo que se entrelaçam para definir o Jequibau. A repercussão foi enorme e se consolida depois de quase meio século, precisamente 48 anos!
O progressivo interesse dos estudiosos, a inserção em métodos de ensino, bem como as gravações de renomados artistas nacionais e do exterior conseguiram fixar a importância inovadora e autêntica do Jequibau, consagrando ao mesmo tempo, seus autores. Jequibau, harmonia dos cinco tempos , a quintessência , sutil e refinada do verdadeiro compasso quinário, primeiro e único, 5/4 brasileiro!
Os fatos joeirados pela curiosidade investigativa dos compositores, dinamizaram a música rítmica e melodiosamente. Jequibau é um neologismo de referência e conceito.


domingo, 2 de agosto de 2015

O Spazio Cultural parabeniza os Maestros Mário Albanese e Cyro Pereira pelos 50 anos do Jequibau

O Spazio Cultural parabeniza os Maestros Mário Albanese e Cyro Pereira pelos 50 anos deste ritmo maravilhoso de compasso 5/4' batizado como Jequibau.
Ao apostar na vida, consolidei uma personalidade que produz projetos trabalhando afetos. Com espírito investigativo e apetite, sintonizado na inovação, acabei ficando à frente dos acontecimentos mas, sempre com o pés engajados na música, por entendê-la fundamental para sanar problemas psicossomáticos nas relações humanas. De fato, em  meio a tanta informação sonora, é impossível ao compositor não ouvir o que lhe é oferecido em matéria de som. A ciência reconhece que o universo tem na vibração sonora, magnetismo e energia. Ouvir é o significado original da palavra grega acústica, uma parte da física que registra, no papel, os sons já ocorridos. As mais diversas línguas e variados idiomas, com sonoridade e timbre diferentes, são estudados pela fonética, ciência da linguagem humana. Parece incongruente, mas o som do silêncio, tornar-se perceptível às crianças que, por reação ingênita, cantam uma melodia sem tê-la aprendido dos pais ou da cultura que as rodeia. Trata-se de um padrão genético inato intitulado Canção de UR, um espectro de frequências com  infinito número de alturas. A  aurora, claridade branca e rosada que ao nascer do sol surge no início da manhã, vem acompanhada de um som audível, principalmente no meio rural. Na China foi  uma vibração sonora e sagrada que deu origem a todas as forças do universo, inclusive a luz que, no espectro eletromagnético, não passa de uma estreita faixa de ondas dentro dele. As ondas sonoras têm real influência sobre a matéria. Na medicina, o ultra-som, uma freqüência de ondas acima do limite de audibilidade, permite a visualização dos órgãos internos do corpo. . O eco-cardiograma é um gráfico produzido com a ressonância do batimento cardíaco. Eco significa a repetição do som por reflexo, que acontece em uma superfície ou objeto, no caso, o coração. Assim,o bate-estaca do rock, em alta intensidade, libera  adrenalina na circulação um hormônio estimulante cardíaco que aumenta a disposição física além da conta de tal forma que orça e vigor acima do limite redobram a energia e justificam a agitação, os gritos, palmas, os saltos e gestos que, sumarizados, levam à histeria e à catarse coletiva. Com tanta excitação, retesam-se os músculos, dilatam-se as pupilas e a pele empalidece pela constrição vascular. A música é, sem medo de errar, a saída ideal para todos os momentos. Basta saber usá-la com bons propósitos. No caso da juventude é utilizada por escapismo mas, com o passar do tempo torna-se indissociável . A minha experiência é umbilical, e vem do útero materno e prolongou-se na família de músicos.
O pensamento cria o desejo atrai e a fé no trabalho realiza! Com particular consideração e muita amizade,

Mário Jequibau Albanese


segunda-feira, 27 de julho de 2015

Jequibau: 50 anos! Meio século de música e vida!


Gosto de Ser como Sou!
 Ter consciência de sua natureza e aceitá-la oferecem como resultado a paz de espírito.  É assim que acolhimento, receptividade e aceitação ressoam como virtude. Jequibau: 50 anos! Meio século de música e vida!


Herança Musical
Os caracteres físicos transmitem-se de pai para filho enquanto  o plasma germinativo transporta os caracteres psíquicos. A família de Bach se notabilizou porque teve uma herança musical por uma linha ininterrupta  de cinco gerações. As famílias de Mozart, Beethoven, Lizst ficaram famosas porque todos os seus membros eram  músicos. A minha procedência evidencia esse componente genético desde meu avô materno, minha mãe e seus quatro irmãos, todos músicos. Eu e minha irmã Susi, idem! Todavia, meus cinco filhos têm musicalidade inata mas, por tangência. Apreciam, têm preferências,  senso crítico e, em que pese iniciados na música, não continuaram.
 Existe um lado negativo e também por insuficiência hereditária  nos portadores de idiotia musical e a surdez tonal, que não conseguem  perceber as qualidades do som e sentir prazer em ouvir música. É como ouvir, sem compreender alguém falando um idioma desconhecido. São exemplos significativos dessa insuficiência congênita  os amúsicos renomadosVictor Hugo, Émile Zola, Anatole France e Napoleão Bonaparte.
O pensamento cria, o desejo atrai e a fé no trabalho realiza.
Com particular consideração e amizade,
Mário Jequibau Albanese.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Enganando quem???

    - Spazio Cultural - Qual o limite entre a loucura e a sanidade?
    **Presidente(a), pelo amor de Deus???** A senhora mencionou semelhanças entre os países, e disse que assim como os EUA, o Brasil também vai superar a crise...
    Então vamos começar diminuindo a taxa de juros, valorizando o real, abrindo a economia, acabando com o sucateamento da indústria, respeitando o trabalhador,
    ajustando os impostos à níveis honestos e por aí vai...
    ...
    ...e o Obama que só vê o que lhe interessa diz que
    O Brasil é um líder mundial e cita erradicação da miséria no pais...
    e ainda a Dona Dilma disse que o episódio envolvendo espionagem dos americanos ao governo brasileiro está superado, e que os países vivem uma condição diferente agora.
    Ora presidente(a), e o orgulho de nós brasileiros???
    Nós não somos quintal dos EUA!!!

domingo, 24 de maio de 2015

Jornal espanhol se assusta com o quanto Dilma gasta dinheiro do brasileiro

Enquanto militantes ideologizados abdicavam de sua capacidade de discernir que um político torrar dinheiro do brasileiro à toa é algo errado na última semana, o jornal espanhol ABC escandalizou-se com a forma como a presidente Dilma Rouseff esbanjava dinheiro do trabalhador em Roma.
É curioso como a luxíria de Dilma foi comentada quase como notas de rodapé na imprensa brasileira, restando a cobrança a poucos veículos independentes, como Ucho.Info, que fez as contas dos gastos da presidente do país.
Todavia, o quanto Dilma torrou dinheiro do brasileiro chamou atenção mesmo da imprensa espanhola, acostumada com as malversações do rei Juan Carlos, famoso por ter ido caçar elefantes em Botsuana enquanto seu país tornava-se preocupação mundial por ser um dos mais afetados pela crise econômica (aquele mesmo Juan Carlos que mandou Hugo Chávez calar a boca com um “Cale-se, cale-se, cale-se, ou você me deixa louco”, deixando o caudilho bolivariano apenas com um muxoxo “Ninguém tem paciência comigo”).
Enquanto se critica muito a corrupção, esquece-se que um governante, ou qualquer agente trabalhando no Estado, pode tomar dinheiro das pessoas à força, e se quiser mais luxos, pode simplesmente tomar mais dinheiro, sem problema algum para a legalidade, e com todos (imprensa inclusa) confundindo rotina com naturalidade.
Juan Carlos veio a público pedir desculpas por sua forma anti-ética de desperdiçar dinheiro tomado dos espanhóis (fato sem precedentes no Reino). Dilma, após uma desculpa tragicômica e com sabor de deboche emitida por Antônio Patriota, parece que vai optar pelo silêncio.
Westin-Excelsior-Hotel_Luxury-and-exuberanceDilma malgastou € 125.990,00 (R$ 324 mil) em viagem semi-turística a Roma a fim de conhecer o novo papa. Sendo não-católica, apenas visa amealhar o lucro eleitoral na próxima eleição (e com dinheiro até de quem desde já não pretende votar em sua reeleição). Até o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, por razões entre o Céu e a Terra mais insondáveis que nossa vã filosofia, foi a Roma ver o papa (não que haja muitas razões sondáveis para Mercadante ser ministro da Educação, claro).
Enquanto isso, o papa, líder de uma religião que reúne quase um sexto da humanidade, tomava ônibus para ir ao seu trabalho, e humildemente pedia para que rezassem por ele, além de esperar no fim da missa para cumprimentar fiel por fiel. Ainda não conseguimos um autógrafo ou beijinho de Dilma.
Diz o jornal espanhol ABC:
O socialismo de Dilma Rousseff: 52 quartos de hotel e 17 carros para ver o papa
A presidente do Brasil poderia ter ficado na embaixada, mas escolheu o hotel pois acreditava que ele facilitaria “o trabalho de rotina”
A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, parece viver à margem dos ditames da austeridade e da pobreza de que o Papa fala.
Durante a sua estadia em Roma para assistir à missa de inauguração do pontificado do Papa Francisco, Dilma revelou que o Governo do Brasil viaja em grande estilo.
Em vez de ir para a embaixada do país em Roma, o que é normal em uma viagem deste tipo, a comitiva em que viajou a Dilma Rousseff, 4 ministros, guarda-costas e pessoal de apoio, escolheu ficar em um hotel da cidade.
A embaixada brasileira está localizado em uma mansão no centro da capital e teria sido completamente gratuita. Mas, como relatado pelo jornal brasileiro “Folha do Brasil” Rousseff reservou 52 quartos em um hotel de luxo e fez uso de 17 carros em sua estadia de 3 dias no Vaticano.
Neste estabelecimento, paga-se pela noite pelo menos 700 euros, e 6.000 euros pela suíte. De acordo com um porta-voz da presidência, isto foi feito pois “assim o trabalho de rotina é mais fácil.” [faz sentido] Além disso, a representação do Brasil em Roma carece no momento de embaixador.
A notícia, que deveria ser manchete de capa de todos os jornais do país do qual Dilma Rousseff é presidente, ainda não dá conta da dissipação do dinheiro tomado do povo. Bem conclui o Ucho.info, vendo uma certa discrepância entre os protestos contra Yoani Sánchez em nome “dos pobres”, enquanto a militância esquerdista não dá um pio (ou mesmo acha “normal”) que Dilma malbarate o suor do brasileiro em mordomias e exuberância:
O valor informado pelo Itamaraty por si só é um descomunal absurdo, mas a conta que cabe aos brasileiros é ainda maior porque há o custo do deslocamento do avião presidencial. Considerando apenas os R$ 324 mil, o entourage palaciano conseguiu a proeza de torrar em uma saída para a missa o equivalente a 478 salários mínimos, montante que um reles trabalhador demoraria quarenta anos para conseguir.
Levando-se em conta que Dilma Rousseff descobriu a fórmula mágica de derrotar a miséria com R$ 80 mensais, o valor gasto em Roma seria suficiente para manter 38 pessoas, durante dez anos, longe da chamada linha da miséria extrema.
Em qualquer país minimamente sério e com um povo com doses rasas de responsabilidade, Dilma desembarcaria em um aeroporto cercado por extensa e raivosa multidão. Lamentavelmente, nenhuma manifestação há de acontecer, nem mesmo por parte dos baderneiros que, financiados com o dinheiro público, têm feito arruaças na Comissão De Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.
Mas, ah, se fosse um não-petista, hein?!

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Lula inspira-se em si mesmo, fala de imbecilidade com sapiência e se compara a Abraham Lincoln

...Lá pelos idos de 2013

Caso de internação – Como um histriônico que se preze, Luiz Inácio da Silva não perde qualquer oportunidade que surge para se comparar a personagens da história global. Na mira da doentia mania de Lula já estiveram Getúlio Vargas, Juscelino Kubitscheck, João Goulart e até mesmo Jesus Cristo. O que pode explicar o sumiço do crucifixo que adornava o gabinete presidencial e que Lula levou para São Bernardo do Campo, fazendo de um patrimônio público um bem privado, à sombra do surrupio.
Agora é a vez de Abraham Lincoln entrar nas sandices de Lula, que se comparou ao ex-presidente norte-americano durante evento realizado na CUT. Ao falar para os sindicalistas, Lula criticou os adversários, que, na opinião do petista, têm “bronca” dele e de Dilma Rousseff.
“Essa gente nunca quis que eu e a Dilma ganhássemos as eleições, que a gente fosse progressista”, declarou Lula, como se o seu legado, marcado pelo atraso e pela corrupção, pudesse ser considerado uma ode ao progresso. A verborragia “botequeira” de Lula mostra o enorme equívoco dos brasileiros que elegeram um apedeuta para comandar uma nação que até outro dia fazia a diferença entre os países emergentes.
Sempre abusando da vitimização, estratégia chicaneira que usa para aumentar seu curral eleitoral, Lula alegou que os ataques que sofre na imprensa são semelhantes aos enfrentados por Abraham Lincoln. “Eu fiquei impressionado como a imprensa batia no Lincoln em 1860, igualzinho batem em mim. E o coitado não tinha nem computador. Ia para o telex ficar esperando”, declarou.
“Hoje a resposta é em tempo real. Eu quero parar de reclamar dos que não gostam de mim e não dão espaço. Eu não convido eles para minha festa e não sou convidado”, completou Lula, que disse estar lendo a biografia de Lincoln. O que é um avanço para quem já se declarou inimigo da leitura.
Quando está com o microfone na mão, Lula não se contenta em poupar a plateia de seu conhecido besteirol. Age como se fosse uma versão verde-loura do enfadonho ditador Fidel Castro, que em tempos de saúde fazia discursos de mais de uma hora.
“É preciso reconhecer que o País mudou muito, inclusive na questão da comunicação. Nos anos 80, qualquer imbecil se achava formador de opinião pública”, disse Lula aos que estavam na CUT. “Nesse País, formadores de opinião pública eram contra a campanha das diretas, contra a derrubada do Collor”, emendou o petista.
Se há um assunto que Lula conhece a fundo e já deveria ter conquistado um título de doutor honoris causa no tema, esse é a imbecilidade. Quem forma opinião nem sempre é imbecil. Mas há imbecis que acreditam ser formadores de opinião, pois uma horda de milhões de imbecis se deixa levar por um discurso barato e embusteiro, que alguns tentam transformar na derradeira profecia do universo.
Lula tem o direito de se olhar no espelho e se achar imbecil, mas que não ouse dividir sua imbecilidade com quem pensa, pois esse tipo de coisa cabe com largueza e permissão na seara do egoísmo. E que o ex-presidente se dê por satisfeito com a própria imbecilidade, o que é uma dádiva se considerarmos quem nesse caso a carrega.

fonte -ucho.info-